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sábado, 18 de novembro de 2017

Procession in Paranaguá, Parana, Brazil, becomes Intangible Heritage. - Procissão em Paranaguá, Parana, Brasil, se torna Patrimônio Imaterial.

Law 3.679, which "Declares as Intangible Cultural and Intangible Heritage of the Municipality of Paranaguá the Procession of Our Lady of Rosário do Rocio," was signed by Mayor Marcelo Roque during the Mass held at the Shrine of Rocio on the same day that it is celebrated the date in homage to the Patron of Paraná.

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Number of people in the procession in 2017 reached close to 100 thousand.

The author of the Law is of the councilman Nilo Monteiro and counted with approval of all the aldermen. "For 204 years the procession has been held, and after all these years I have the honor of being the author of this project that preserves its history," said Nilo. "It is also worth remembering that this initiative is related to culture and religious tourism and now stands for eternity," he added.

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Signature of the law occurred during mass at the Sanctuary of Rocio. 
(Photo: Paranaguá City Hall)

According to the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), Intangible Cultural Intangible Cultural Heritage comprises the expressions of life and traditions that communities, groups and individuals in all parts of the world receive from their ancestors and pass their knowledge to their offspring.

The law was signed by thousands of people, including the Rector of the Shrine of Rocio, Father Joaquim Parron, Bishop of the Diocese of Paranaguá, Bishop Edmar Peron, and Deputy Mayor Arnaldo Maranhão.









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.













--br
Procissão em Paranaguá, Parana, Brasil, se torna Patrimônio Imaterial.

A Lei 3.679, que “Declara como Patrimônio Imaterial Cultural e Intangível do município de Paranaguá a Procissão de Nossa Senhora do Rosário do Rocio”, foi assinada pelo prefeito Marcelo Roque durante a missa realizada no Santuário do Rocio, no mesmo dia em que se comemora a data em homenagem à Padroeira do Paraná.

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Número de pessoas na procissão em 2017 chegou próximo dos 100 mil.

A autoria da Lei é do vereador Nilo Monteiro e contou com aprovação de todos os vereadores. “Há 204 anos a procissão é realizada, e depois de todos esses anos tenho a honra de ser o autor desse projeto que preserva a sua história”, disse o vereador Nilo. “Vale lembrar também que essa iniciativa se relaciona com a cultura e o turismo religioso e agora fica para a eternidade”, completou.

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Assinatura da lei ocorreu durante missa no Santuário do Rocio. (Foto: Prefeitura de Paranaguá)

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura- Unesco, o Patrimônio Cultural Imaterial Cultural e Intangível compreende as expressões de vida e tradições que comunidades, grupos e indivíduos em todas as partes do mundo que recebem de seus ancestrais e passam seus conhecimentos a seus descendentes.

A Lei foi assinada tendo como testemunhas milhares de pessoas, entre elas o Reitor do Santuário do Rocio, Padre Joaquim Parron, o Bispo da Diocese de Paranaguá, Dom Edmar Peron, e o vice-prefeito Arnaldo Maranhão.

SOUVENIRS OF THE MUSEUM-RESERVE SHOLOKHOVA RECOGNIZED THE BEST - СУВЕНИРЫ МУЗЕЯ-ЗАПОВЕДНИКА М.А. ШОЛОХОВА ПРИЗНАНЫ ЛУЧШИМИ - SOUVENIRS DO MUSEU-RESERVA SHOLOKHOVA RECONHECERAM O MELHOR

Following the results of the All-Russian competition "Tourist Souvenir", the final of which was held November 10-11 in the city of Kirov, the MA Museum-Reserve. Sholokhov received two top awards - the Grand Prix.


Souvenirs, presented to the competition by the museum of M.A. Sholokhov, fought for the victory along with other 294 souvenirs from 38 regions of Russia. In the "Souvenir-toy" nomination in the price category over 500 rubles, a collection of dolls "We are Don Cossacks" was announced. 13 kinds of dolls of Cossacks and Cossacks of different sizes charmed the jury in accordance with the national Cossack costume, the variability of the military ranks presented, clear affection for the region, and, of course, its beauty.


In the nomination "Souvenir of the tourist route" in the economical price category up to 300 rubles the best souvenir was a souvenir "Tourist brand", which is a new type of collectibles operating in 15 countries of the world. Numbered wooden medals with a scorched image of tourist objects can be purchased only by visiting the place that is depicted on them. Tourists who visited the Museum-Reserve MA. Sholokhov, get the opportunity to collect just 8 marks and thus significantly replenish their collection.


It is gratifying that the MA Museum-Reserve. Sholokhov, the first time participating in such a competition, received two top awards at once. This, undoubtedly, speaks of the high competitiveness of souvenirs presented in the Souvenir Shop of the museum, which is located at: Art. Vyoshenskaya Str. Sholokhov, 60 (near the estate of MA Sholokhov).


Natalia Trofimenko









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

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--ru
СУВЕНИРЫ МУЗЕЯ-ЗАПОВЕДНИКА М.А. ШОЛОХОВА ПРИЗНАНЫ ЛУЧШИМИ

По итогам Всероссийского конкурса «Туристический сувенир», финал которого проходил 10-11 ноября в городе Кирове, музей-заповедник М.А. Шолохова получил две высшие награды – Гран-при.

Сувениры, представленные на конкурс музеем М.А. Шолохова, боролись за победу наряду с другими 294 сувенирами из 38 регионов России. В номинации «Сувенир-игрушка» в ценовой категории свыше 500 рублей была заявлена коллекция кукол «Мы – донские казаки». 13 видов кукол казаков и казачек разного размера обаяли жюри соответствием национальному казачьему костюму, вариативностью представленных военных чинов, четкой привязанностью к региону, и, конечно, своей красотой. 

В номинации «Сувенир туристического маршрута» в экономичной ценовой категории до 300 рублей лучшим сувениром был признан сувенир «Марка туриста», представляющий собой новый тип коллекционирования, действующий в 15 странах мира. Номерные деревянные медали с выжженным изображением туристических объектов можно приобрести, только посетив то место, которое на них изображено. Туристы, побывавшие в Музее-заповеднике М.А. Шолохова, получают возможность собрать сразу 8 марок и таким образом значительно пополнить свою коллекцию.

Отрадно, что музей-заповедник М.А. Шолохова, впервые участвующий в подобном конкурсе, получил сразу две высшие награды. Это, несомненно, говорит о высокой конкурентоспособности сувениров, представленных в Сувенирной лавке музея, которая расположена по адресу: ст. Вёшенская, ул. Шолохова,60 (рядом с Усадьбой М.А. Шолохова).

Наталья Трофименко








--br via tradutor do google
SOUVENIRS DO MUSEU-RESERVA SHOLOKHOVA RECONHECERAM O MELHOR

Seguindo os resultados da competição de todos os russos "Tourist Souvenir", cujo final foi realizado de 10 a 11 de novembro na cidade de Kirov, o MA Museum-Reserve. Sholokhov recebeu dois prêmios: o Grande Prêmio.

Lembranças, apresentadas à competição pelo museu de M.A. Sholokhov, lutaram pela vitória junto com outras 294 lembranças de 38 regiões da Rússia. Na indicação "Souvenir-toy" na categoria de preço de mais de 500 rublos, foi anunciada uma coleção de bonecas "We are Don Cossacks". 13 tipos de bonecos de cossacos e cossacos de diferentes tamanhos encantaram o júri de acordo com a roupa nacional cossaca, a variabilidade das fileiras militares apresentadas, o afeto claro para a região e, claro, a beleza.

Na indicação "Lembrança da rota turística" na categoria de preço econômico até 300 rublos, a melhor lembrança foi uma lembrança "Marca turística", que é um novo tipo de colecionáveis ​​que opera em 15 países do mundo. As medalhas de madeira numeradas com uma imagem queimada de objetos turísticos podem ser compradas apenas visitando o local que é representado nelas. Turistas que visitaram o Museum-Reserve MA. Sholokhov, tenha a oportunidade de coletar apenas 8 marcas e, assim, reabastecer sua coleção de maneira significativa.

É gratificante que o MA Museum-Reserve. Sholokhov, a primeira vez que participou de tal competição, recebeu dois prêmios melhores ao mesmo tempo. Isso, sem dúvida, fala da alta competitividade das lembrancinhas apresentadas na Loja de Souvenirs do museu, que está localizada em: Art. Vyoshenskaya Str. Sholokhov, 60 (perto da propriedade de MA Sholokhov).

Natalia Trofimenko

Judith Leiber, the Queen of Clutches, is at the Museum of Arts and Design. - Judith Leiber, a Rainha das Clutches, está no Museu de Artes e Design.





The 96-year-old designer has sold her brand for years, whose name remains one of the most relevant in the fashion industry. At the museum he established in the Hamptons, he now wants to assemble an example of each of the 3500 designs he has made over four decades.

Judith Leiber

From April to August this year. some of Judith Leiber's more than 3,500 designs were exhibited at the Museum of Arts and Design in New York. The suitcases told the story of the Hungarian-born Hungarian artisan who escaped the Holocaust and built a successful company in the United States, becoming an inescapable name for the fashion industry when it comes to party bags.



The creator - who sold the label in 1993 - is now, at the age of 96, building a museum for her creations in a Renaissance-style building in the Hamptons. To date, there are already 1500 pieces that fill the space - from leather bags and quality fabrics to small party clutches, also known as minaudières. It was here that the creator stood out in the second half of the twentieth century: with little suitcases decorated with Swarovski crystals, with unusual shapes such as penguins, watermelons, eggs, owls and other animals and fruits.

"I simply thought it would be a good idea to try to do something strange that we had never seen before," he tells Harpers Bazaar.

Mamie Eisenhower, the first lady of the United States, was one of her first clients and a figure who helped to catapult her career when she used one of her creations for the inaugural ball of her husband's presidency in 1953. Many other prominent figures, like Barbara Bush, have also become fans of Leiber's work. Even today, the list of celebrities who are customers is endless, from Rihanna to Julia Louis-Dreyfus, to Diane Kruger.

Harold Koda, quoted by the New York Times, as curator of the Costume Institute of the Metropolitan Museum of Art (MET), purchased about 8 of the creator's pieces. "What she did was revolutionary. Conceptual focus makes [the bags] fun or surreal. sometimes both. It reminds me of Salvador Dali and his disc phones, "he says.


Showcase - Museum of Bags and Purses, Amsterdam

Many of the suitcases you see today, though labeled, will not have been designed by the creator, who sold the brand in 1993 to a British company for millions of dollars. That was later bought by the Pegasus Apparel Group and belongs to the Authentic Brands Group. Leiber continued for some years to collaborate creatively and designed his last suitcase in 2004. The pieces are for sale, for example, in the Neiman Marcus and Bergdorf Goodman warehouses - most of them are minaudières, in a style similar to Judith's own. Prices range from $ 1,600 to $ 6,000.


  "She [Judith] drew more than 3,500 bags, so we're not even halfway going," he tells Harpers Bazaar. In 1993, Leiber won the lifetime cichievement award from the Council of Fashion Designers of America (CFDA).








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
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Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.





--br

Judith Leiber, a Rainha das Garras, está no Museu de Artes e Design.

O designer de 96 anos vendeu sua marca há anos, cujo nome continua sendo um dos mais relevantes na indústria da moda. No museu que estabeleceu nos Hamptons, ele agora quer montar um exemplo de cada um dos 3500 projetos que ele fez ao longo de quatro décadas.

De abril a agosto deste ano. Alguns dos mais de 3.500 projetos de Judith Leiber foram exibidos no Museu de Artes e Design de Nova York. As malas contaram a história do artesão húngaro húngaro que escapou do Holocausto e construiu uma empresa de sucesso nos Estados Unidos, tornando-se um nome inescapável para a indústria da moda quando se trata de sacolas de festa.

O criador - que vendeu o rótulo em 1993 - é agora, aos 96 anos, construindo um museu para suas criações em um edifício de estilo renascentista nos Hamptons. Até à data, já existem 1500 peças que completam o espaço - desde sacos de couro e tecidos de qualidade até garras de pequenas festas, também conhecidas como minaudières. Foi aqui que o criador se destacou na segunda metade do século XX: com pequenas malas decoradas com cristais Swarovski, com formas incomuns, como pingüins, melancias, ovos, corujas e outros animais e frutas.

"Eu simplesmente pensei que seria uma boa idéia tentar fazer algo estranho que nunca tínhamos visto antes", ele diz a Harpers Bazaar.

Mamie Eisenhower, a primeira dama dos Estados Unidos, foi um dos seus primeiros clientes e uma figura que ajudou a catapultar sua carreira quando usou uma de suas criações para a bola inaugural da presidência de seu marido em 1953. Muitas outras figuras proeminentes, como Barbara Bush, também se tornaram fãs do trabalho de Leiber. Ainda hoje, a lista de celebridades que são clientes é infinita, de Rihanna a Julia Louis-Dreyfus, para Diane Kruger.

Harold Koda, citado pelo New York Times, como curador do Instituto Costume do Museu Metropolitano de Arte (MET), comprou cerca de 8 peças do criador. "O que ela fez foi revolucionário. O foco conceitual torna [as bolsas] divertido ou surreal. Às vezes, ambos me fazem lembrar de Salvador Dali e seus celulares", diz ele.

Muitas das malas que se vêem hoje em dia, apesar de terem a etiqueta, não terão sido desenhadas pela criadora, que vendeu a marca em 1993 a uma empresa britânica, por milhões de dólares. Aquela acabou depois por ser comprada pelo Pegasus Apparel Group e pertence hoje à Authentic Brands Group. Leiber continuou durante alguns anos a colaborar de forma criativa e desenhou a sua última mala em 2004. As peças estão há venda, por exemplo, nos armazéns Neiman Marcus e Bergdorf Goodman - na grande maioria são minaudières, num estilo semelhante ao da própria Judith. Os preços variam entre os mil e seis mil dólares.


 "Ela [Judith] desenhou mais de 3500 malas, por isso nem a meio vamos", conta à Harpers Bazaar. Em 1993, Leiber ganhou o prêmio de lifetime cichievement, do Council of Fashion Designers of America (CFDA).


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Artificial intelligence can also make the creative side of the fashion market. - A inteligência artificial também consegue fazer o lado criativo do mercado de moda.

Robots have come to the fashion industry.

Retailers and fashion brands use artificial intelligence to enhance customer experience and create collections with greater chances of success

Artificial intelligence begins to enter into every aspect of modern life. After the arrival of personal assistants - such as Echo from Amazon technology company - to make purchases, calls and listen to music, and the use of this technology in call center services - it is increasingly common to speak with a robot in the services to the customer of the cable TV operators - this new technology is also adopted in fashion, which sees in computing a way to change the service in retail.


The idea, which was tested by Microsoft technology company, is that an electronic totem photographed and identify the style of customers, suggesting what clothes work best for these people's wardrobes. A solution like this was presented by the company during the São Paulo Fashion Week in August. The panel analyzed the clothes and indicated which parades were most likely to fall in the visitor's taste.

"We teach the algorithm everything that it can learn about a certain subject. From there, he begins to make his own conclusions. We created a bank with 55 million fashion images to achieve the precise suggestion, "explains Fábio Scopeta, leader of Microsoft Artificial Intelligence in Latin America.

There are still no brands in Brazil that use such tools, but there are several examples abroad. The Macy's department store, for example, uses a chatbot, a robot that interacts through text messages, to clarify any doubts of its customers.

Through the application of the store, the robot is able to explain whether the size of a number 42 pants can be considered as size M, or the numbering of footwear in the American and European system.

The service is also able to detect when a positive or negative phrase is spoken, which would indicate the intent to complete purchase or questions about the product.

At this point, the smart system offers the buyer the option to talk to a seller. Through notification on your mobile device, the robot alerts an employee of the store that finds the customer and provides assistance.

"Behind this strategy is the fact that consumers using mobile platforms do double buying compared to consumers who use computers," explains Mariana Santiloni, an expert with the WGSN trend and analysis company.

Another artificial intelligence initiative in shopping is that of the Yoox Net-a-Porter group, a fashion e-commerce, which is developing a technology that allows customers to buy products through the WhatsApp messaging app.

The idea is to generate a more customized channel for each customer where he can talk to the store the same way he talks to his friends and family in the app.

A study by the J. Walter Thompson consulting firm, in partnership with the fashion trade newspaper WWD, states that more than 70 percent of millennials in the United States - the 18-30 age group that constitutes the "consumers of the future" for most luxury brands - believes that artificial intelligence will be able to predict what they want to buy.



This segment has already moved around 2 billion dollars in 2017, in an annual expenditure that should reach 59 billion dollars by 2025, according to data from Tractica, human interaction with technology consulting.

Artificial intelligence can also make the creative side of the fashion market. Online retail giant Amazon has developed an algorithm that can not only identify fashion trends, but also indicate which of these trends should be most successful in terms of sales.

The AI ​​is still in the testing phase, but it works by capturing information about the station's fashion shows. Later, she identifies, through reading data in social networks, which parades arouse more interest in people and, finally, choose the most indicated pieces.

The idea of ​​the company is to integrate the solution with Prime Wardrobe, a service that allows the user to choose clothes, try and return the ones they do not want, by offering customized (and assertive) options for each customer.

If Amazon is still in the testing phase, other companies, even smaller ones, are already applying data analysis on their parts. The Kohl's North American retail chain began using social data to boost the creation of its new fast fashion brand, K / Lab.



Geared to the Y generation, the company has appointed a data scientist to analyze social platforms, follow bloggers to see what's up among its followers and analyze consumer behavior. All of this information is then aggregated to the K / Lab style curator who works with a product planner to finalize the items to be created.

The future seems dominated by artificial intelligence, but it is important to point out that all solutions appear as facilitators of some process. The creative work, performed by the stylist, for now, remains out of threat. "This kind of technology serves to expand and our capacity, our creative potential. Not to replace us, "says Shotgun.








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.










--br
A inteligência artificial também consegue fazer o lado criativo do mercado de moda. 


Os robôs chegaram à indústria da moda.

Varejistas e marcas de moda utilizam inteligência artificial para melhorar experiência do cliente e criar coleções com maiores chances de sucesso 

A inteligência artificial começa a entrar em todos os aspectos da vida moderna. Depois da chegada dos assistentes pessoais — como o Echo, da empresa de tecnologia Amazon — para fazer compras, ligações e ouvir música, e do uso dessa tecnologia nos serviços de call center — é cada vez mais comum falarmos com um robô nos serviços de atendimento ao cliente das operadoras de TV a cabo — essa nova tecnologia passa a ser adotada também na moda, que vê na computação uma forma de mudar o atendimento no varejo.

A ideia, que foi testada pela empresa de tecnologia Microsoft, é que um totem eletrônico fotografe e identifique o estilo dos clientes, sugerindo quais roupas funcionam melhor para os guarda-roupas dessas pessoas. Uma solução como essa foi apresentada pela empresa durante o São Paulo Fashion Week, em agosto. O painel fazia a análise das roupas e indicava quais desfiles tinham a maior probabilidade de cair no gosto do visitante.

“Ensinamos ao algoritmo tudo o que ele pode aprender sobre determinado assunto. A partir daí, ele começa a tomar suas próprias conclusões. Criamos um banco com 55 milhões de imagens de moda para ele atingir a precisa de sugestão”, explica Fábio Scopeta, líder de Inteligência Artificial da Microsoft na América Latina.

Não há ainda marcas no Brasil que utilizam ferramentas desse tipo, mas há vários exemplos no exterior. A loja de departamentos Macy’s, por exemplo, utiliza um chatbot, um robô que interage por meio de mensagens de texto, para esclarecer qualquer dúvida de seus clientes.

Por meio do aplicativo da loja, o robô é capaz de explicar se o tamanho de uma calça número 42 pode ser considerado como tamanho M, ou então a numeração de calçados no sistema americano e europeu.

O serviço também é capaz de detectar quando uma frase positiva ou negativa é falada, que indicaria a intenção de conclusão de compra ou dúvidas sobre o produto.

Nesse momento, o sistema inteligente oferece ao comprador a opção de conversar com um vendedor. Por meio de notificação em seu dispositivo móvel, o robô alerta um funcionário da loja que encontra o cliente e oferece assistência.

“Por trás dessa estratégia está o fato de que os consumidores que utilizam plataformas móveis fazem o dobro de compras em relação aos consumidores que usam computadores”, explica Mariana Santiloni, expert da empresa de análises e tendências WGSN.

Outra iniciativa de inteligência artificial em compras é a do grupo Yoox Net-a-Porter, um e-commerce de moda, que está desenvolvendo uma tecnologia que permite aos clientes comprarem produtos pelo app de mensagens WhatsApp.

A ideia é gerar um canal mais customizado para cada cliente, onde ele possa conversar com a loja da mesma maneira com que conversa com os amigos e familiares no app.

Um estudo organizado pela consultoria J. Walter Thompson, em parceria com o jornal comercial de moda WWD, afirma que mais de 70% dos millennials dos Estados Unidos — grupo dos 18 aos 30 anos que constitui os “consumidores do futuro” para a maioria das marcas de luxo — acredita que inteligências artificiais vão ser capazes de prever o que eles desejam comprar.

Esse segmento já movimentou cerca de 2 bilhões de dólares em 2017, em um gasto anual que deve alcançar 59 bilhões de dólares até 2025, segundo dados da Tractica, consultoria de interação do ser humano com tecnologia.

A inteligência artificial também consegue fazer o lado criativo do mercado de moda. A gigante varejista online Amazon desenvolveu um algoritmo que consegue não só identificar as tendências de moda, mas também indicar quais dessas tendência devem ter mais sucesso em termos de vendas.

A IA ainda está em fase de testes, mas funciona captando informações sobre os desfiles de moda da estação. Depois, ela identifica, por meio de leitura de dados em redes sociais, quais desfiles despertam mais interesse nas pessoas e, por fim, elege as peças mais indicadas.

A ideia da empresa é integrar a solução com o Prime Wardrobe, um serviço que permite ao usuário escolher roupas, experimentar e devolver as que não quiser, ao oferecer opções customizadas (e assertivas) para cada cliente.

Se a Amazon ainda está em fase de testes, outras empresas, mesmo que menores, já estão aplicando a análise de dados em suas peças. A rede de lojas norte-americana Kohl’s começou a usar dados sociais para impulsionar a criação de sua nova marca de fast fashion, a K/Lab.

Voltada para a geração Y, a empresa nomeou um cientista de dados para analisar as plataformas sociais, seguir blogueiros para ver o que está em alta entre seus seguidores e analisar o comportamento do consumidor. Todas essas informações são, então, agregadadas para o curador de estilo da K/Lab, que trabalha com um planejador de produtos para finalizar os itens a serem criados.

O futuro parece dominado pela inteligência artificial, mas é importante ressaltar que todas as soluções aparecem como facilitadores de algum processo. O trabalho criativo, realizado pelo estilista, por enquanto, segue fora de ameaça. “Esse tipo de tecnologia serve para ampliar e a nossa capacidade, o nosso potencial criativo. Não para nos substituir”, diz Scopeta.

A landmark exhibition opens at Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) in Mumbai today! ‘India and the World’ - Uma exposição histórica é inaugurada hoje em Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) em Mumbai! "Índia e o mundo"

Research Manager JD Hill talks about a brand new exhibition in Mumbai, the latest collaboration between the British Museum and museums in India.

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Gandhi's Charkha. The charkha, or spinning wheel, 
was the physical embodiment and symbol of Gandhi's constructive programme. 
From the collection of Mani Bhavan Gandhi Sangrahalaya, Mumbai.

Today, staff from the British Museum are in Mumbai for the opening of a new exhibition called India and the world. Colleagues from India and Britain have created a unique exhibition by bringing together objects from collections across India and from the British Museum.

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Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) Mumbai.

The objects have been carefully selected to highlight India’s past by representing important moments in the country’s history. By setting these events in a wider global context, the exhibition explores connections and comparisons between India and the rest of the world.

The project is a partnership between Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) Mumbai, the National Museum, Delhi, and the British Museum. Indian museums have rich collections of Indian art and historical objects, but may not have many objects from other parts of the world. By lending objects from around the world, the British Museum is helping to provide global perspectives and stories to set the Indian story in wider contexts.

The British Museum’s role is not just to lend – we have been involved from the beginning to shape the exhibition as a close partnership. The idea for the show was jointly conceived by CSMVS’s Director, Sabyasachi Mukherjee, and the former Director of the British Museum, Neil MacGregor. Since then, a team from India and the UK, including me and my co-curator Naman Ahuja, have worked together to agree the storyline, choose the right objects and make the exhibition happen. The creative process has involved meetings in three different continents, telephone calls, online meetings and many emails – it is a complex operation that only happens when there are skilled people on both sides.

The exhibition does not pretend to offer an exhaustive history of India or the world. Instead, we have chosen nine different stories, each of which looks at an aspect of India’s past in comparison or connection with other parts of the world. These are stories told through objects. Choosing the right objects and the right stories has been one of the hardest parts of the project. For the Indian half of each story, objects have been lent from museums and collections across India, bringing together Indian objects never seen together before. The other half of each story is told through objects from across the world but now in just one museum in London.

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The Buddha, flanked by the Bodhisattvas Vajrapani and Padmapani. 
From the collection of the National Museum, New Delhi.

The stories cover more than 1.5 million years of human history, from our shared beginnings to the quest for freedom in the last 150 years. As the exhibition was planned to help celebrate 70 years of India’s independence, it is fitting that we show a copy of the Constitution of the Republic of India, a beautiful and powerful object in its own right.

Other objects range from a humble brick from one of the world’s first cities to paintings, ancient inscriptions, and even a thousand-year-old cooking pot. Visitors will be welcomed into the exhibition by one of the most iconic statues from the ancient Greek and Roman world – the discus-thrower (discobolus) from the British Museum’s collection, which will be in conversation with Indian stone sculpture.

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The Townley Discobolus (discus-thrower). 
Roman marble copy of a bronze Greek original of the 5th century BC. 
From the British Museum’s collection.

Conversations between objects from different places and times, between cultures and nations, are at the heart of the stories told by the exhibition. By sharing the collections and expertise of the different partners, we hope the conversations won’t just be between the objects, but also between visitors – something that can only happen with this type of collaboration.




The exhibition has been made possible by the generous support of Tata Trusts and the Getty Foundation. It coincides with the celebration of 70 years of Indian Independence and a year of major cultural exchange between India and the UK (UK-India 2017). Additional support provided by the Ministry of Culture, Government of India and the Newton Bhabha Fund.


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A landmark exhibition opens at Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) in Mumbai today! ‘India and the World’ is a journey through nine pivotal moments in history. The exhibition showcases some of the most important objects and works of art from India in dialogue with iconic pieces from the British Museum collection.









Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 

A cultura e o amor devem estar juntos.
Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 
but what modifies the way of looking and hearing.






--br via tradutor do google
Uma exposição histórica é inaugurada hoje em Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) em Mumbai! "Índia e o mundo" 

O gerente de pesquisa, JD Hill, fala sobre uma nova exposição em Mumbai, a mais recente colaboração entre o Museu Britânico e museus na Índia.

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Charkha de Gandhi. O charkha, ou roda giratória, era a personificação física e o símbolo do programa construtivo de Gandhi. Da coleção de Mani Bhavan Gandhi Sangrahalaya, Mumbai.

Hoje, funcionários do Museu Britânico estão em Mumbai para a abertura de uma nova exposição chamada Índia e o mundo. Colegas da Índia e da Grã-Bretanha criaram uma exposição única reunindo objetos de coleções em toda a Índia e do Museu Britânico.

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Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) Mumbai.

Os objetos foram cuidadosamente selecionados para destacar o passado da Índia, representando momentos importantes na história do país. Ao definir esses eventos em um contexto global mais amplo, a exposição explora conexões e comparações entre a Índia e o resto do mundo.

O projeto é uma parceria entre Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) Mumbai, o Museu Nacional, Delhi e o Museu Britânico. Os museus indianos têm coleções ricas de arte e objetos históricos indianos, mas podem não ter muitos objetos de outras partes do mundo. Ao prestar objetos de todo o mundo, o Museu Britânico está ajudando a fornecer perspectivas e histórias globais para definir a história indiana em contextos mais amplos.

O papel do Museu Britânico não é apenas para emprestar - fomos envolvidos desde o início para moldar a exposição como uma parceria próxima. A idéia para o show foi concebida conjuntamente pelo diretor da CSMVS, Sabyasachi Mukherjee, e o ex-diretor do Museu Britânico, Neil MacGregor. Desde então, uma equipe da Índia e do Reino Unido, incluindo eu e minha co-curadora Naman Ahuja, trabalharam juntos para concordar com o enredo, escolher os objetos certos e fazer a exibição acontecer. O processo criativo envolveu reuniões em três continentes diferentes, chamadas telefônicas, reuniões on-line e muitos e-mails - é uma operação complexa que só acontece quando há pessoas qualificadas em ambos os lados.

A exposição não pretende oferecer uma história exaustiva da Índia ou do mundo. Em vez disso, escolhemos nove histórias diferentes, cada uma das quais olha um aspecto do passado da Índia em comparação ou conexão com outras partes do mundo. Estas são histórias contadas através de objetos. Escolher os objetos certos e as histórias certas tem sido uma das partes mais difíceis do projeto. Para a metade indiana de cada história, objetos foram emprestados de museus e coleções em toda a Índia, reunindo objetos indianos nunca vistos juntos antes. A outra metade de cada história é contada através de objetos de todo o mundo, mas agora em apenas um museu em Londres.

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O Buda, flanqueado pelos Bodhisattvas Vajrapani e Padmapani. Da coleção do Museu Nacional, Nova Deli.

As histórias cobrem mais de 1,5 milhão de anos de história humana, desde nossos começos compartilhados até a busca pela liberdade nos últimos 150 anos. Como a exposição foi planejada para ajudar a comemorar 70 anos de independência da Índia, é apropriado mostrar uma cópia da Constituição da República da Índia, um objeto bonito e poderoso por direito próprio.

Outros objetos variam de um tijolo humilde de uma das primeiras cidades do mundo a pinturas, inscrições antigas e até mesmo uma panela de mil anos. Os visitantes serão acolhidos na exposição por uma das estátuas mais emblemáticas do mundo grego e romano antigo - o disco-lançador (discobolus) da coleção do Museu Britânico, que estará em conversa com a escultura de pedra indiana.

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The Townley Discobolus (discus-thrower). Cópia de mármore romano de um original grego em grego do século V aC. Da coleção do Museu Britânico.

As conversas entre objetos de diferentes lugares e tempos, entre culturas e nações, são o cerne das histórias contadas pela exposição. Ao compartilhar as coleções e a experiência dos diferentes parceiros, esperamos que as conversas não sejam apenas entre os objetos, mas também entre os visitantes - algo que só pode acontecer com esse tipo de colaboração.

A exposição foi possível graças ao generoso apoio da Tata Trusts e da Fundação Getty. Isso coincide com a celebração de 70 anos de independência indiana e um ano de grande intercâmbio cultural entre a Índia eo Reino Unido (Reino Unido-Índia 2017). Suporte adicional fornecido pelo Ministério da Cultura, Governo da Índia e o Fundo Newton Bhabha.

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Uma exposição histórica é inaugurada hoje em Chhatrapati Shivaji Maharaj Vastu Sangrahalaya (CSMVS) em Mumbai! "Índia e o mundo" é uma jornada através de nove momentos fundamentais da história. A exposição apresenta alguns dos objetos e obras de arte mais importantes da Índia em diálogo com peças icônicas da coleção do Museu Britânico.