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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

The musical genre Chamamé is registered as Intangible Cultural Good of Mato Grosso do Sul, Brazil, the record was published in the State Official Gazette 07-08-2017. International Festival: Brazil, Argentina, Paraguay. - O gênero musical Chamamé é registrado como Bem Cultural Imaterial do Mato Grosso do Sul, Brasil, o registro foi publicado no Diário Oficial do Estado 07-08-2017. Festival internacional: Brasil, Argentina, Paraguai.

The good old Chamamé, one of the musical genres that marked (and mark!) The musical history of the State, is now considered to be 'very immaterial' in Mato Grosso do Sul, that is, the musical genre is officially recorded as One of the cultural expressions that reveal the cultural origins of the South-Mato Grosso people. The publication of the registration took place on Monday (7), in the Official Gazette of the State, signed by the Secretary of State for Culture and Citizenship (SECC), AthaYde Nery de Freitas Junior.


The endorsement for the registration of chamamé as an intangible cultural good was granted by the State Council of Culture, which considered the presence of the genus of Argentine and Paraguayan origin, the relation with the countries bordering Brazil provided the entrance of this cultural expression as one of the elements Foundations of the South-Mato Grosso culture.

"The musical genre derived from the Paraguayan polka and represents a cultural identity linked to the Guaraní soul, being found in Mato Grosso do Sul due to its geographic location and intense cultural exchange with the neighboring country, Paraguay. Was brought through its cultural heritages as the language, the celebrations, beliefs, myths, culinary, habits and music, being rooted in the traditions of the culture of the State and translating the South-Mato Grosso identity, "says today's publication. Daily.



The rise of chamamé to the place of immaterial cultural heritage occurs at the same time as Argentina, one of the cradles of this artistic expression, articulates by the record of chamamé as 'Patrímônio Cultural and Intangible of Humanity' with Unesco (United Nations Organization for Education, Science and Culture) - a dossier was submitted to the entity in June. A technical commission has already analyzed the request and the final result should be released in December 2018.

The relationship between Mato Grosso do Sul and the artistic expression is intimate. Native to the province of Corrientes in Argentina, the history of chamamé is confused with that of the Paraguayan polka and the guarânia, rhythms 'brothers' of chamamé. In Brazil, the genus arrived by Paraguayan (in MS) and Argentine (in Rio Grande do Sul) influence. Subsequently, these gauchos would come to where it is now Mato Grosso do Sul, where there was a kind of fusion of these references.

In the state, there is even 'capital of chamamé', the municipality of Rio Brilhante, 150 km from Campo Grande, which received this title in 2011. And a state law also came to consider September 19 as the 'Chamamé Day ', As well as the registration of the artistic expression among the cultural assets of the State, is the conquest of the Cultural Institute Chamamé MS - Polca, Guarânia and Chamamé.

At the head of the institute, is Radiator Orivaldo Mengual, 55, who presides over the organization and represents a group of enthusiasts of Chamamé, who for more than 20 years have been militating for the visibility of the genre among South Mato Grosso. It was Orivaldo who provided all the necessary dossier for the decree published today to be drawn up.

"We have been doing this work since the government of Zeca, and through the institute, we have made chamamé accessible, and every month we perform a saru, the first Friday of every month, where we celebrate chamamé and its genres Brothers, "says Orivaldo, who also presents the program" The Hour of the Chamamé ", which airs daily, Monday through Friday, from 5:00 pm to 7:00 pm at FM Educativa 104.7.

For him, the record of chamamé is translated into victory after so many years in defense of the culture of the state. "We have been fighting for this for a long time, and from now on, we will have more strength to appreciate Chamamé in MS, and we will strengthen the institute's actions more and more with dances, seminars and other activities." 


Orivaldo (right) with Delinha and Maciel Corrêa, icons of the Chamamé in Mato Grosso do Sul.

Festival
On the site of the institute, in the air for eight years, there is extensive research material with historical data and artistic references of the genre, among which are Aral Cardoso, the pair Beth & Betinha, the three-lagoon singer and composer Castelo Antônio Rodrigues de Queiróz), the Chama Campeira group, the Golden Ribbon group, the pair Délio & Delinha, Jandira & Benitez, Marcelo Loureiro, Nino and Nara Laydy, Paulo Arguelo, Vinícius Teló and Zé Corrêa, who is considered 'King Chamamé 'and pioneer in the genre in both Mato Grosso do Sul and Brazil.

In September, by the way, Campo Grande will host the Chamamé Cultural Festival 2017, from September 15 to 25, with realization by the Institute. The event will be free of charge and will be held at the Concha Acústica Helena Meirelles, in the Parque das Nações Indígenas.

"It will be an international festival because we are going to bring in the local groups, musicians and groups from Corrientes, in Argentina, which is the 'mecca' of Chamamé.








Cultura não é o que entra pelos olhos e ouvidos,
mas o que modifica o jeito de olhar e ouvir. 
A cultura e o amor devem estar juntos.

Vamos compartilhar.

Culture is not what enters the eyes and ears, 

but what modifies the way of looking and hearing.








--br
O gênero musical Chamamé é registrado como Bem Cultural Imaterial do Mato Grosso do Sul, Brasil, o registro foi publicado no Diário Oficial do Estado 07-08-2017. Festival internacional: Brasil, Argentina, Paraguai.

O bom e velho chamamé, um dos gêneros musicias que marcou (e marca!) a história musical do Estado, passa agora a ser considerado 'bem imaterial' de Mato Grosso do Sul, ou seja, o gênero musical passa a ser registrado oficialmente como uma das expressões culturais que revelam as origens culturais do povo sul-mato-grossense. A publicação do registro ocorreu nesta segunda-feira (7), no Diário Oficial do Estado, assinado pelo titular da SECC (Secretaria Estadual de Cultura e Cidadania), AthaYde Nery de Freitas Junior.

O aval para o registro do chamamé como bem cultural imaterial foi concedido pelo Conselho Estadual de Cultura, que considerou a presença do gênero de origem argentina e paraguaia, a relação com os países fronteiriços com o Brasil proporcionou a entrada desta expressão cultural como um dos elementos basilares da cultura sul-mato-grossense.

"O gênero musical derivou da polca paraguaia e representa uma identidade cultural ligada à alma guarani, sendo encontrado no Mato Grosso do Sul devido a sua localização geográfica e intenso intercâmbio cultural com o país vizinho, Paraguai. A forte influência que os paraguaios exercem no Estado foi trazida através de suas heranças culturais como o idioma, as festanças, crenças, mitos, culinárias, hábitos e a música, estando enraizada nas tradições da cultura do Estado e traduz a identidade sul-mato-grossense", traz a publicação de hoje do Diário.

A ascensão do chamamé ao posto de patrimônio cultural imaterial ocorre no mesmo período em que a Argentina, um dos berços desta expressão artística, articula pelo registro do chamamé como 'Patrímônio Cultural e Imaterial da Humanidade' junto à Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) - um dossiê foi apresentado em junho à entidade. Uma comissão técnica já analisa o pedido e o resultado definitivo deve ser divulgado em dezembro de 2018.

A relação de Mato Grosso do Sul com a expressão artística é íntima. Nativo da província de Corrientes na Argentina, a história do chamamé se confunde com a da polca paraguaia e da guarânia, ritmos 'irmãos' do chamamé. No Brasil, o gênero chegou por influência paraguaia (em MS) e argentina (no Rio Grande do Sul). Posteriormente, essas gaúchos viriam para onde atualmente é Mato Grosso do Sul, onde houve uma espécie de fusão destas referências.

No Estado, há até 'capital do chamamé', o município de Rio Brilhante, a 150 km de Campo Grande, que recebeu este título em 2011. E uma lei estadual também passou a considerar do dia 19 de setembro como o 'Dia do Chamamé', que assim como o registro da expressão artística entre os bens culturais do Estado, é conquista do Instituto Cultural Chamamé MS - Polca, Guarânia e Chamamé.

À frente do instituto, está o radialista Orivaldo Mengual, 55, que preside a entidade e representa um coletivo de entusiastas do chamamé, que há mais de 20 anos militam pela visibilidade do gênero entre os sul-mato-grossenses. Foi Orivaldo quem forneceu todo o dossiê necessário para que o decreto publicado hoje fosse elaborado.

"A gente vem fazendo esse trabalho desde o governo do Zeca. E por meio do instituto, tornamos o chamamé acessível. E a gente realiza todo mês um sarau, toda a primeira sexta-feira de cada mês, onde celebramos o chamamé e seus gêneros irmãos", conta Orivaldo, que também apresenta o programa 'A Hora do Chamamé', que vai ao ar diariamente, de segunda a sexta, das 17h às 19h, na FM Educativa 104,7.

Para ele, o registro do chamamé é traduzida em vitória após tantos anos em defesa da cultura do Estado. "A gente vem lutando por isso há muito tempo. A partir de agora, teremos mais força para valorizar o chamamé em MS. E vamos fortalecer as ações do instituto cada vez mais, com danças, seminários e outras atividades. Estamos agindo", revela.

Festival
No site do instituto, no ar há oito anos, há um vasto material de pesquisa com dados históricos e referências artísticas do gênero, dentre os quais estão o gaúcho Aral Cardoso, a dupla Beth & Betinha, o cantor e compositor três-lagoense Castelo (Antônio Rodrigues de Queiróz), o grupo Chama Campeira, grupo Laço de Ouro, a dupla Délio & Delinha, Jandira & Benitez, Marcelo Loureiro, Nino e Nara Laydy, Paulo Arguelo, Vinícius Teló e Zé Corrêa, que é considerado o 'Rei Do Chamamé' e pioneiro no gênero tanto em Mato Grosso do Sul como no Brasil.

Em setembro, a propósito, Campo Grande receberá o Festival Cultural do Chamamé 2017, de 15 a 25 de setembro, com realização pelo Instituto. O evento terá entrada gratuita e será realizado na Concha Acústica Helena Meirelles, no Parque das Nações Indígenas.

"Será um festival internacional, pois vamos trazer além dos grupos locais, músicos e grupos de Corrientes, na Argentina, que é a 'meca' do chamamé. E também teremos grupos de Assunção, no Paraguai", revela.


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